sexta-feira, maio 27, 2005

Até secar

Precisamos nos proteger da linda pele de cobra que nos envolve
Vamos entrar em uma lavanderia?
Não precisamos de ninguém para dizer quem somos
Precisamos é do Dia da Verdade
Precisamos secar.
Vamos entrar em uma lavanderia?
Eu tenho pena do bostinha
Me contaram quem mandou ele ser assim
Eu consigo ver o reflexo da pele de cobra
Posso ver o fim pra tudo isso
Tudo
Já acabou
Ainda não
E eu já tenho saudades
Eu já disse eu te amo hoje?
Para todos?
Vamos entrar em uma lavanderia?
Hoje. Até secar.
Nos vestimos de senhores
Senhora, senhorio
Pobres, mas não livres
Precisamos escrever
Precisamos filmar
Pele de cobra, sempre presente
Vamos entrar em uma lavanderia?
Hoje. Amanhã. O ano que vem
Até secar.

domingo, maio 22, 2005

Tchau

Não se preocupem.....
Hei de parar com tanta viadagem....

E apenas para a Thays ficar feliz e achar que acertou, vou repetir pela vigésima vez:
Ele não é meu paquera (palavra infame de novo)

E eu hei de parar com tamanha viadagem.....

quinta-feira, maio 05, 2005


Smashing Pumpkins....de novo......1979

Dureza 1979, garotos legais nunca têm vez
Num cabo elétrico bem encima da rua
Eu e você nos encontraremos
Besouros ricocheteiam como pedras
Com os faróis apontados pro amanhecer
Estávamos certos de que nunca veríamos um fim praquilo tudo

E eu nem me importo de me livrar desse uniforme azul
E nós não sabemos
Onde nossos ossos descansarão
Virarão pó, suponho
Esquecidos e absorvidos pela terra

Sacaneie os ociosos e entediados
Eles não tem certeza do que nós temos guardado
A Cidade-Morfina cobrando taxas até ver

Que nem nos importamos, incansáveis que nós somos
Sentimos a influência na terra das milhares de culpas
E do cimento derramado, lamentado e autorizado
Nos faróis e cidades da Terra
Mais rápido do que a velocidade do som
Mais rápido do que pensávamos que iríamos
Coberto pelo som da esperança

Justine nunca conheceu regras
Se Uniu aos Dementes e Doentios
Desculpas nem precisam ser pedidas, te conheço melhor do quevocê finge

Pra Notar, que nós nem nos importamos em nos livrar do uniforme azul
E nós não sabemos onde nossos ossos descansarão
Virarão pó, suponho
Esquecidos e absorvidos pela terra

A rua intensifica a importância de ecoar
Como dá pra ver não há ninguém por perto